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Cirurgia plástica é recurso para quem já passou pela cirurgia bariátrica

September 20, 2018

Procedimentos oferecem melhora na qualidade de vida e elevação da autoestima

 

 

 

Após diversas tentativas de emagrecimentos e todas sem sucesso, Dolores Brum Gomes (40) viu na cirurgia bariátrica uma alternativa de melhorar a qualidade de vida, assim como sua saúde. Após se submeter ao procedimento, seu problema passou a ser outro: o excesso de pele que ficou após o rápido emagrecimento. “Eu me sentia mal pela sobra da pele que ficou depois que emagreci muito rápido. Eu tinha vergonha do meu corpo, por isso fui atrás de uma cirurgia plástica para reparar o excesso de pele”, explica Dolores. “Hoje, além de mais magra, me sinto melhor com meu corpo. Me aceito bem mais que anos atrás” conta Brum.

 

O especialista em cirurgia bariátrica Luis Mattar explica que o excesso dele pode trazer a sensação de o paciente ainda não ter concluído o processo de emagrecimento, trazendo danos físicos e psicológicos. "Neste caso, nós indicamos que o paciente busque o auxílio de um cirurgião plástico, pois o excesso de pele pode causar dermatites, assaduras e até mesmo infecções. Além disso, a falta de aceitação do corpo, devido à sobra de pele, pode gerar também um quadro de depressão. A cirurgia é uma solução para dar qualidade de vida a esses pacientes que passaram por tantas dificuldades com a obesidade”, ressalta o especialista.

 

Entre as intervenções cirúrgicas mais procuradas para quem fez cirurgia bariátrica, o cirurgião Francisco Naves destaca a abdominoplastia. "Este procedimento retira o excesso de pele que ficou no abdômen, local que, geralmente, é onde incomoda mais por apresentar maior sobra de pele. Em seguida vem as cirurgias nas mamas, coxas e braços" destaca Francisco. O cirurgião explica que o procedimento consiste em um corte em forma de semicírculo acima dos pelos pubianos até á linha do umbigo. "Com a retirada da pele, nós queimamos a gordura do abdômen, costuramos o músculo reto abdominal e esticamos a pele do abdômen superior até a região pubiana e costuramos", explica Francisco.  No caso de Dolores, ela optou pela abdominoplastia, que trouxe resultados satisfatórios. “Hoje, me sinto melhor com meu corpo. Inclusive, minha autoestima melhorou bastante depois que associei a cirurgia plástica com a de bariátrica. Uma complementou a outra”, finaliza. 

 

Aumento de cirurgias bariátricas no Brasil

 

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), o número de procedimento no Brasil chegou a 105,6 mil no último ano. Em 2012, foram feitas apenas 72 mil cirurgias bariátricas, 47% a menos.

 

Isso se dá ao grande número de pessoas obesas e com sobrepeso, como apontou a última pesquisa feita pela Vigitel, a pedido do Ministério da Saúde. Os dados apontaram que, no Brasil, quase uma em cada cinco pessoas adultas é obesa, o que representa 18,9%. Já o sobrepeso atinge 53,8 % da população que vive nas capitais.

É considerada obesa a pessoa que apresenta Índice de Massa Corpórea (IMC) maior que 30. "Pessoas com IMC a partir de 35, e que apresentem doenças relacionadas ao sobrepeso, também podem ser submetidas à cirurgia bariátrica, ou que apresentem IMC acima de 40", ressalta Luís.

 

Cirurgia bariátrica endoscópica

 

            A tecnologia vem favorecendo os procedimentos de emagrecimento, como a cirurgia bariátrica. Antigamente, o procedimento era bastante invasivo, deixando grandes cicatrizes por toda extensão da barriga. A Clínica LEV, pioneira no procedimento de forma endoscópica do Triângulo Mineiro, realiza a cirurgia bariátrica endoscópica, um procedimento feito integralmente por endoscopia, sem cortes, com recuperação imediata e alta no mesmo dia. O procedimento é considerado pela classe médica mundial como uma das maiores revoluções para o tratamento da obesidade.

 

Luís explica que o procedimento é feito com uso de um dispositivo chamado OverStich, que é acoplado a um endoscópio flexível com câmera de alta resolução. O OverStich é inserido através da boca do paciente até chegar ao estômago. “O órgão tem seu formato reduzido por suturas que formam pregas, reduzindo o volume interior. O procedimento é parecido com a endoscopia normal e a redução do estômago é de até 60%”, explica o especialista.

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